Vacinação sempre necessária

Dentro de poucas semanas terá início a campanha de vacinação contra a gripe em todo o País. Sabendo da importância dessa imunização, cabe-nos alertar para a relevância do ato de se vacinar. A vacina contra a gripe protege a população contra as formas graves de infecção provocadas pelo vírus Influenza, como a pneumonia.

Tomar vacina também é a melhor maneira de se proteger de doenças consideradas graves como a meningite, a poliomielite, febre amarela e o sarampo, cujos casos, antes erradicados, reapareceram justamente pela falta de vacinação de muitos indivíduos. O Ministério da Saúde antecipou o início da campanha contra a gripe no estado do Amazonas e anunciou que o Brasil deve perder em breve o certificado de país livre do sarampo depois de três anos.

Lamentável, mas talvez necessário para que as autoridades criem meios de controlar e estímulos à vacinação continuada. Os boatos de que vacina faz mal reduz a cobertura e coloca sob risco especialmente as pessoas com perfil fragilizado no grupo prioritário, tal como as crianças menores de cinco anos, os idosos e os portadores de doenças crônicas.

Ministério e Secretarias de Saúde dos Estados e dos Municípios devem estar unidos num trabalho de continuidade da oferta de serviços de vacinação e de monitoramente das fake news. Importante ainda intensificar as campanhas de informação e de conscientização com envolvimento multidisplicar de todas as áreas da saúde.

Afinal, em casos específicos, as consequências da falta de vacinação se traduzem em sequelas físicas, mentais, que prejudicam ou limitam a vida da vítima, oneram a saúde pública ao prolongar a necessidade de tratamentos e de terapias ou pode até levar à morte. Prova de que é mais seguro e barato para todos tomar vacinas.

RENATO PEDREIRO MIGUEL é presidente do Conselho Regional de Biomedicina – 3ª Região.

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