Complexo Dom Aquino receberá roda de Cururu e Siriri de graça neste final de semana

Da Redação

A Federação dos “Grupos de Cururu Siriri de Mato Grosso” realiza a 1ª Roda de Cururu Siriri de MT. O evento receberá participantes de vinte municípios do Estado, de 07 à 09 de dezembro às 20h no Complexo Esportivo Dom Aquino em Cuiabá.

Edição: “Prêmio Mestres da Cultura Popular 2018” terá a participação dos grupos nessa sexta feira (07), Cururu de Várzea Grande, Incluart, Nandaia, Os Quilombolas, Estrela Guia, Flor do Campo e Flor de Atalaia. No sábado (08), grupo Cururu de Cáceres, Guató, Pixé, Coração Atalaiense, Bacuri Livramentense e Flor Ribeirinha. No domingo (09), encerramento com os grupos, Cururu de Poconé, Flor de Cambambi, Bico de Prata, Grupo Esperança, Vitória Régia do Pantanal, Voa Tuiuiu e Raízes Cuiabana.

A proposta da Federação é a valorização da cultura popular de Mato Grosso e maior interação entre os jovens. Sendo assim, que conheçam, gostem e comecem a praticar o Cururu Siriri, mantendo viva a tradição.
Em destaque nessa 1ª Edição, participará o GRUPO INCLUART, projeto UP Down, composto por dançarinos com e sem a Síndrome de Down. A finalidade do projeto é através da dança do Siriri promover inclusão, cultura e qualidade de vida às crianças portadoras da Síndrome de Down.

Dirlei Santana – presidente da Federação, destaca. “Muitos quintais de Cururu Siriri ainda preservam essa tradição, a proposta da edição 2018 é valorizar a nossa cultura. Cuiabá está prestes a completar 300 anos, nessa mesma idade está o Cururu Siriri, a intenção é que os mestres repassem a novos dançarinos, para não deixar morrer essa tradição”.

A Federação entrou com um projeto no – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), com a finalidade de registrar o Cururu Siriri como patrimônio histórico nacional.  O registro é um instrumento legal de preservação, para reconhecimento e valorização do patrimônio cultural imaterial brasileiro.

Os bens imateriais são aqueles que contribuíram para a formação da sociedade brasileira, como as Celebrações, os Lugares, as Formas de Expressão e os Saberes, ou seja, as Práticas, Representações, Expressões, Lugares, conhecimentos e técnicas que os grupos sociais brasileiros reconhecem como parte integrante do seu patrimônio cultural. Com o registro o Cururu e Siriri será pela UNESCO “Patrimônio Imaterial da Humanidade”.
Silvana Pompeu Campos – Assessoria

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